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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Búzios sem jornais

I
Capa da última edição do jornal O Perú Molhado, 9/4/2015

Esta semana os dois principais jornais impressos de Búzios não chegaram às bancas. O irreverente, mas sério defensor da grande especulação imobiliária de Búzios, O Peru Molhado, não saiu, segundo Isac Tillinger, "por ordem do acionista remanescente". Acredito que este acionista seja o senhor Aluísio Salazar, dono da casa da Azeda, e que sempre desejou construir no local um grande hotel 5 estrelas. Naturalmente, o jornal defendia intransigentemente os interesses de seu acionista, que almejava que a Azeda-Azedinha fosse ocupada por um grande empreendimento para, desta forma, segundo ele, preservá-la da favelização. Ocupar para preservar- este é o grande mote da especulação imobiliária de Búzios. A preservação da Azeda até aos dias de hoje prova que o argumento é falacioso: ela não foi ocupada e, muito menos, favelizada. Ao contrário, o paraíso está lá incólume e intocável para quem quiser desfrutar dele. Veja a nota do Isac em seu perfil do Facebook:

PERÚ MOLHADO TÁ DE FERIAS.
"Neste fim de semana recebi dezenas de ligações indagando por que o Perú não circulou. Na verdade o jornal deveria ter informado a seus leitores mas por se tratar de uma decisão tomada sem planejamento prévio não foi possível. O Perú parou de circular momentaneamente por ordem do acionista remanescente (após a morte de MArcelo) até que se resolva toda documentação do mesmo. Isso pode durar quinze dias ou dois meses. Agora é só esperar. Lamentavelmente,no momento perdemos os dois únicos veiculos de informação da cidade".
Ver: "Isac Tillinger"

Capa da última edição digital do jornal Primeira Hora, de 3/4/2015


Outro jornal que também não circulou esta semana no município foi o jornal Primeira Hora, ferrenho rival do primeiro, e defensor intransigente da outra fração da especulação imobiliária da península- a pequena especulação construtora de "pombais". Diferentemente do rival, o jornal deixou de circular por um motivo nada nobre: por ter ficado sem os seus computadores após ter sido objeto de busca e apreensão ordenada pela Justiça local. O "ex"- proprietário do jornal, e ex-homem forte do governo Mirinho Braga, senhor Ruy Borba, foi acusado esta semana pelo Ministério Público de ter cometido crime de lavagem de dinheiro através da Fundação Bem Te Vi e de sua empresa RBF Participações. No perfil do Facebook do jornal, seu editor chefe Eduardo Borgerth publicou a seguinte nota:

NOTA DO EDITOR CHEFE DO JORNAL PRIMEIRA HORA
"Em função do cumprimento de mandado judicial, ocorrido na última quinta feira (10), que determinou a busca e apreensão de documentos, computadores e equipamentos de mídias na sede do Jornal Primeira Hora, a edição impressa desta semana deixou de circular normalmente.
A devolução de todos os computadores e arquivos digitais da editora JPH, em poder da justiça, não tem prazo certo para ocorrer, o que impossibilita o diretor do periódico, e sua equipe, precisar quando a população de Búzios, e demais leitores, voltará a contar com a distribuição normal deste importante veiculo de comunicação, da cidade de Armação dos Búzios.
A publicação desta nota visa reafirmar, e fortalecer os propósitos de seriedade, e respeito, que a equipe do jornal Primeira Hora tem pelos leitores, no exercício de divulgar notícias sobre fatos relevantes, e de interesse publico, de forma sobria e isenta".


Meu comentário:
Pelo menos, nesta semana e, tomara que nas próximas, sem a circulação dos dois veículos da especulação imobiliária, da pequena e da grande, o meio ambiente de Búzios terá um pouquinho de PAZ! 

Comentários no Facebook:

  • Thomas Sastre NO FEZ FALTA ALGUMA PODE REPARAR QUE SÔ OS PICARETAS SENTEM FALTA PORQUE EM ELES QUE FAZEM SUAS ARTIMANHAS




Isac Tilinger:   Uma pena o Perú Molhado ser lembrado pela especulação imobiliária. O que não é verdade. O posicionamento  do jornal com relação a Azeda era de ter um hotel de nivel internacional na cidade. Apenas isso. Sempre foi contra os pompais e casas germinadas. Parece que o amigo Luiz só enxerga o lado negativo das coisas. Fazer o que?

Luiz Carlos Gomes: O problema muito comum na cidade meu caro Isac é que ela está cheia de gente que sabe tudo. Por saber tudo, sempre argumentam que os críticos só vêem o lado negativo das coisas.  A crítica é tão infundada que você próprio reconhece que se pretendia construir um hotel cinco estrelas por lá, tornando a praia da Azeda uma praia quase exclusiva dos milionários que frequentassem o hotel. Gabriel Gialuiisi penou pra conseguir impedir o empreendimento desde os anos 80. Não é só a pequena especulação que é negativa pra cidade. A grande também. Ela faz "germinar" na cidade privilégios inadmissíveis em um ambiente democrático. Grande abraço.

Ronaldo do Valle: O que é uma casa germinada - Isac Tillinger?

Ricardo Guterres: O Peru acabou com Marcelo Lartigue.....foi bom enquanto durou...

Thomas Sastre: 
uma casa geminada e o que se esta construindo em frente de mia casa em o sitio do campinho,,, funciona assim  o dono do terreno procura um arquiteto que trabalhe em a prefeitura mostra o terreno aonde a lei diz que sô pode construir 15% ai ele faz duas casas uma pegada a outra para parecer uma casa sô,, ele coloca em o meio uma pérgola ou um jardim de inverno que da para passar como uma sõ passado o tempo entra em a prefeitura com pedido para dividir o   terreno e assim ficam descareteriçados os bairros e amontoados ,,fazem uma mini fossa e o resto vai para os boeiros da rua todos cheiram merda ao passar por a rua e ficam felizes para sempre ,,,como tem amigos dos amigos fica por isso mesmo.

Thomas Sastre: o principal e ter amigos com moto serra para tirar todas as arvores que atrapalhem a construção uma vez depenado o terreno colocar a graminha e a futura piscina pronto Ronaldo aprendeu o que e uma casa geminada,,,palavra que deriva de gêmeos ,,  agora germinada e uma casa de germenes patológicos revoltados em a cama da ignorancia,,,,

Ronaldo do Valle: 
Obrigado , Gostei!!!


sábado, 25 de outubro de 2014

Também quero uma Moção de Repúdio!

Jornal O Peru Molhado, Sandro Peixoto, 24/10/2014

Lendo hoje o texto do Sandro Peixoto publicado na última edição do jornal O Perú Molhado confesso que fiquei morrendo de inveja dele. Por que será que até hoje não ganhei também uma Moção de Repúdio da excelsa Câmara de Vereadores de Armação dos Búzios? O que será que ando fazendo de errado para ter sido poupado dessa honra por suas excelênças?

TAMBÉM QUERO UMA MOÇÃO DE REPÚDIO!!!

Comentários no Facebook:


Jose Figueiredo Sena Sena Luiz Carlos Gomes , são as razões que as próprias razões desconhece , e assim fica o dito pelo não dito , dê alguma coisa a mão direita , mais jamais deixa que a esquerda veja ,simples né.


terça-feira, 8 de abril de 2014

Folha de Búzios é disparado o melhor jornal de Búzios na WEB

Logo do Jornal Folha de Búzios


Segundo o Alexa Rank- considerado o melhor site de avaliação de sites e blogs- o Jornal Folha de Búzios (FB) ganha de goleada na WEB dos seus principais concorrentes em Búzios: o jornal Primeira Hora (PH) e o Jornal O Peru Molhado(OPM). Enquanto o OPM está classificado em 2.213.663º entre todos os sites do mundo e o PH em 957.851 º, o FB ocupa o 628.066º. No Brasil, o OPM nem mesmo aparece, enquanto o PH está em 32.787º. O FB é o 17.449º entre todos no Brasil.

Enquanto os leitores do PH dedicam 2:31' de seu tempo em média por visita, os leitores do FB dedicam 3:23'.

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sábado, 20 de julho de 2013

Resposta a um amigo desinformado

Sandro Peixoto

Na última edição do jornal O Peru Molhado meu amigo Sandro Peixoto manifestou-se no artigo  “Se é público, é de todos” favorável à desocupação da SEB das instalações que atualmente ocupa no centro da cidade. Fundamenta seu raciocínio na premissa de que a maioria da população buziana seria favorável à desocupação porque elegeu  André que teria encampado o Projeto de Cidade defendido por Chiquinho da Educação no qual constava a desocupação da SEB para em seu lugar construir uma “Praça Moderna com espaço cultural”. Apesar de ter lido por diversas vezes o programa de governo do André, novamente o reli e não encontrei nada que se referisse à desocupação do Clube.  E mesmo que constasse algo parecido com o que se pretende fazer atualmente  no campo, qualquer Prefeito sensato e democrático, e principalmente dos dias de hoje com a população nas ruas, sentaria com a população impactada pela medida para simplesmente ouvi-las. Uma coisa é dizer em palanque que vai construir uma praça pública em um determinado local, outra coisa é ouvir as pessoas para saber que tipo de equipamento elas querem que se instale nessas praças. Doideiras, Chiquinho defendeu muitas. Como, por exemplo, por abaixo o Colégio Oliveira Botas para ali construir um entreposto pesqueiro. Apesar de defender a necessidade da existência de um espaço público para que os pescadores comercializem seu pescado, de maneira alguma concordo com o local escolhido por ele. O governo Toninho enfrentou muitos problemas para construir sua “Via Azul” defendida em palanque, porque além da questão dos preços superfaturados,  faltou também discussão com a sociedade civil organizada. Quando sentou pra conversar, a vaca já tinha ido pro brejo.
       
Pelo visto, meu amigo Sandro Peixoto está desinformado não só quanto ao programa de governo do André. Como aqueles que critica, também não passa de um “palpiteiro”.  O que ele chama de uma simples carta é uma Notificação Extrajudicial que tirou o sono por vários dias do presidente da SEB Pitalô e de seus diretores recentemente eleitos. Está tão desinformado que nem leu a “carta”. Se o tivesse feito teria atentado para o fato de que o “prazo” para a desocupação não foi especificado. A carta se referia a 10 e alguma coisa que não foi digitada. Poderiam ser 10 dias, 10 semanas, 10 meses, etc.  Também não sabe que existe uma Lei, a de nº 871, de 25/10/1988, concedendo “o direito de uso, guarda e manutenção do campo de esportes”. Nela  não está especificado o que os diretores da SEB poderiam fazer no campo.

Meu amigo Sandro Peixoto nem sempre foi contrário à utilização do espaço pela SEB. Nos idos de 1995-1998 era favorável.  Naquela época, talvez, por não ter ainda assimilado os valores da elite buziana- com a qual passaria a conviver no jornal anos depois- como pernambucano e ex-coveiro, não se importasse em ensinar o significado dos símbolos romanos  XXI. Arrogante e pretensioso, como a elite com a qual passou a conviver, procura assemelhar a cultura buziana à milenar cultura indígena, ambas desprezadas por ele, quando afirma: “Chega dessa coisa de tribos. De índios flecheiros querendo colocar fogo em tudo que lhe parece estranho”. Contra a ignorância e o preconceito recomendo ao meu amigo a leitura de alguns livros de Darcy Ribeiro.


Mesmo com toda pretensão e arrogância, meu amigo Sandro é traído pela sua origem humilde que sempre vai cobrar seu preço. Não tem jeito. A falta de estudos regulares por anos continuados- coisa que a elite buziana tem de sobra- deixam insuficiências que, inevitavelmente, revelam-se na escrita daquele que se considera  “grande escritor”, como ao escrever àquele separando o à de aquele em “em relação à aquele espaço”, como quando esquece a crase em “enviou uma carta a presidência da SEB” e o ininteligível “retomando de volta para si- o município- a posse daquele terreno”- como se alguém pudesse retomar algo que não fosse para si e de volta.


Comentários no Facebook: 


Berenice Borges Ele faz parte daquela turma de arrogantes que só porque se acham com espaço para escrever num jornaleco de 4a classe, pensam que são jornalistas e escritores. E, pior, igual a dejetos ,boiam nas ondas e vão e voltam de acordo com a maré. Eu sou jornalista, com diploma, e ralei muito para estudar, completar os 3 anos daquela época, fazer cursos extras no Jornal do Brasil, estagiar na TV Globo , etc... Fico muito irritada quando vejo curiosos se denominando jornalistas quando não sabem escrever e, em muitos casos, nem falar o português.



Neolinhares Búzios Meu amigo Luiz Carlos Gomes, não vou entrar no mérito da "orientação" que você apresenta ao meu também amigo Sandro Peixoto. Porém, me atendo à legislação vigente, esclareço que a tal Lei nº 871, de 25/10/1988, já não mais existe nos campos jurídicos desde o momento em que, respeitando-se a cronologia, o Município se emancipou e, como de sua competência, editou o Decreto nº 75/2005 no ex-governo Toninho Branco, que regulamenta o uso daquela área. Não questiono a importância cultural da SEB (que é notória em nossa História), e muito menos a necessidade de o Poder Público fazer uso das suas obrigações, mas, como sempre digo, temos que observar o que NOS MANDA FAZER a Lei, e até onde podemos ir para, sem contrariá-la, atender aos anseios da população. Grande abraço!

Meu comentário:

Obrigado pela lembrança do Decreto 75/2005. Se ele está em vigor e se até a eleição do Pitalô havia cobrança de estacionamento no campo da SEB, então o Prefeito André, o próprio Toninho, e Mirinho prevaricaram, pois deixaram de fazer valer o que está disposto no Decreto. Não?

Vejamos o que diz o decreto 75 de 28/06/2005:
artigo 2º - utilização unicamente nas finalidades esportivas e culturais de interesse público e de livre acesso da população.
artigo 3º - obrigação de realização de eventos esportivos e cívico-culturais, sem finalidade lucrativa ou econômica.
artigo 5º - o desvio de finalidade constitui causa de extinção da permissão
artigo 6º - é vedada a utilização do imóvel para qualquer evento ou atividade lucrativa ou econômica (shows, festas, festivais, feiras, exposições, rodeios, micaretas, espetáculos artísticos,etc).
paragrafo 2º , I - inclui-se na vedação, "a exploração de estacionamento de veículos, no perímetro do mesmo".

Cyro Maldonado Primeiro quero deixar claro que não votei no André e que na minha opinião foi um péssimo secretário de saúde. Não concordo que o um bem público esteja disponível apenas para alguns. Quero lembrar também a Súmula 473 do STF: A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial. Penso que o caso deveria ser resolvido na justiça, pois assim evitaria desvio.