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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Estrutura administrativa da Prefeitura de Cabo Frio: uma esbórnia!

Olney Motta Vianna, jornal Interpress
Segundo Olney Motta Vianna, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Cabo Frio, a Prefeitura de Cabo Frio tem 21.500 servidores: 9.000 concursados; 10.000 contratados; e 2.500 comissionados. Nesta questão está em pior situação que Búzios. De sua população total- 186.227 habitantes- 11,54% estão empregados na Prefeitura. Eta Cabidão! Como Alair Corrêa é chegado a um cabide de emprego, nada deve mudar! 

Para ele, o problema maior está no elevado número de contratados: "Esse monte de contratado sem concurso público é uma esbórnia". São eles que mais oneram a folha de pagamento. A Prefeitura tem mais funcionários contratados que concursados. Situação que se repete desde 1990. Olney acrescenta que "a administração funcionaria bem com a metade desse número". 

A aplicação do Plano de Cargos e Salários (PCS)- que mobilizou recentemente a categoria- é "uma aspiração de mais de 30 anos do servidor municipal". Nos últimos anos, o funcionalismo teria visto seus vencimentos encolherem "de três para pouco mais de um salário mínimo". O PCS "vai devolver dignidade ao funcionalismo". Vai tirá-lo de um "estado de miséria total para um estado de dignidade". Essa situação de penúria pela qual passa atualmente o servidor público municipal de Cabo Frio não é uma coisa nova. Ele foi colocado nessa situação "pelos últimos governos que passaram pelo município nos últimos 16 anos".  

Se fosse aplicada a Lei dos Pisos de Ivo Saldanha o servidor "ganharia muito mais", pois ela estabelecia um piso de três salários mínimos iniciais, o que daria R$ 1.900,00. Como a Lei nunca foi cumprida, "nós fizemos, dentro do PCS,  uma nova Lei dos Pisos, onde todas as categorias estão sendo beneficiadas". 

Fonte: Jornal Interpress, nº 179, dezembro de 2012

Comentários no Facebook:

  • Maria Do Horto Moriconi Interessante, mudando as quantidades, a história é a mesma de Búzios... Até quando esses bandidos estarão no poder?!?! E aproveitando o assunto... até quando pessoas que não sabemos quem são ou de onde tiraram poder, podem mandar numa cidade.. Essa de um tal de PM e um tal de G e um tal DJ serem os que dão cartas, é no mínimo muito estranho... não votamos em nenhum deles...então não nos representam... Cuidado políticos que receberam nosso voto... o tempo de traição acabou no dia 21 de dezembro... fiquem atentos.. cumpram o prometido e façam a independência de Búzios... não queremos ser marionetes de ninguém... Estamos de ôlho em vcs. Desculpe-me, Luiz, mas não posso engolir essa história de secretários ruins porque esse cara PM é quem manda... Povo de Búzios... gritem... não sejam tolos... já basta os 16 anos de escravidão que a gente viveu e perdeu....


    Ricardo Guterres Como diz a Maria...vamos ficar de olho em todos eles que estão se juntando em forma de quadrilha com a intenção de sair de bolso cheio...vai dar cadeia....    

quinta-feira, 15 de março de 2012

Quem quer vida financeira privada nã​o receba dos cofres públicos



Miltinho discursando na solenidade de posse da nova diretoria da ASFAB
“Quem trabalha no Serviço Público precisa de ter discernimento no sentido de que sua vida, em algum momento, pode ser alvo de questionamentos quanto a aumento demasiado de patrimônio, se o ganho é realmente de ponto batido, se também não é mais uma boquinha arrumada, nos conchavos.Em Búzios é público, que existem muitas boquinhas magras e gordas.São as chamadas ilegitimidades na máquina pública. Mas são legais. Diriam os defensores.E daí?Nem tudo que é legal é ético.Citemos por exemplo o seguinte: o prefeito,o vereador pode nomear sua esposa para cargos em comissão. É legal, é. Insisto mas não é ético. 

Tomei conhecimento que um ex-vereador, sentiu-se ofendido porque o nome de sua filha saíra num blog como sendo remunerada da PMAB. O que há de errado, se ela consta do rol de funcionários? Também não podemos afirmar que sua contratação é ilegal.Pode não ser ética. Mas também juízo de valores são coisas muito pessoais.

Mas quero me reportar para o tema que nos move. Quem é remunerado pelos cofres públicos de qualquer ente da Federação está sujeito a ter seus ganhos publicados em qualquer lugar. Nós que somos Servidores não temos nenhum medo de devassa em nossos ganhos. Aliás é lícito que seja público, se há compatibilidade entre o que possuímos e os ganhos. É dever do Servidor não privar os cidadãos que lhes paga, de quanto ele recebe. Agora se o cidadão quer privacidade quanto a remuneração. Então deve seguir os passos da iniciativa privada.Porque aí ele  só deve obediência dependendo dos ganhos a Receita Federal.Vamos deixar claro, límpida esta questão.Quem quer privacidade não seja funcionário público porque funcionário público é servo da sociedade. E o servo é quem optou pela vida pública”.

Milton da Silva P Filho (Miltinho)